Ensina-me a Viver (Harold and Maude, 1971)

Por Muriel Hamilton Depin

As pessoas estão cada vez mais em busca do envelhecer bem. Mas o que é isso? É ter saúde? É ter vivido aquilo que nos propormos viver quando jovens? É aparentar dez anos a menos do que a real idade?

O filme “Ensina-me a Viver” (Harold and Maude, 1971) apresenta a história de Harold, um solitário rapaz de 20 anos com obsessão pela morte, que passa seu tempo simulando suicídios para assustar sua mãe ou indo a funerais. Em um destes funerais ele conhece Maude, uma senhora de 79 anos encantada com a vida, que faz o que lhe vem a cabeça, sem se importar com o que as pessoas classificam como certo ou errado. Eles passam muito tempo juntos e, durante esta convivência, ela expõe a beleza da vida, através da arte, da música, da natureza, da amizade e do amor.

Não existe uma só maneira de envelhecer bem. Para alguns pode significar ter saúde, para outros pode ser apenas conquistar algum sonho antigo. Mas se essa história pode ilustrar algo, é que o importante é viver bem. É chegar aos 79 anos ainda encantado com a vida e inspirando as novas gerações. É viver sem ter medo da morte, mas principalmente sem ter medo da vida.

Ensina-me a viver 2.jpgEnsina-me a Viver (Harold and Maude, 1971 / EUA)
Direção: Hal Ashby
Roteiro: Colin Higgins
Elenco: Ruth Gordon, Bud Cort, Vivian Pickles
Duração: 91 min.


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